Lottie Woad desembarca esta semana no Torrey Pines com心底e de repetir o sucesso que alcançou nos últimos torneios do circuitoamericano. A britânica de 24 anos terminou no top-10 em três dos últimos quatro eventos da LPGA, incluindo um segundo lugar no Coates Golf Championship em Orlando no mês passado.

Forma Recente na LPGA

A jogadora de Surrey demonstrou consistência impressionante durante a primavera norte-americana. No Coates Golf Championship, Woad terminou apenas um golpe atrás da vencedora, acumulando 267 pancadas ao longo de quatro rondas no Emerald Harbour. Esse resultado representou o seu melhor finish da temporada e elevou-a ao 18.º lugar da ordem de mérito do circuito.

Lottie Woad Leva Momentum da LPGA para o US Open Feminino — Turismo
Turismo · Lottie Woad Leva Momentum da LPGA para o US Open Feminino

Antes dessa prestação, a britânica tinha garantido um top-5 no Drive On Championship em Los Angeles, onde bateu por três pancadas o campo do Superstition Mountain com um total de 278.

Historial no US Open

Esta será a terceira participação de Woad no US Open Feminino. Em 2023, conseguiu o seu melhor resultado ao terminar em 12.º lugar no Pebble Beach. A experiência acumulada nesses torneios tem sido crucial para o seu desenvolvimento, segundo revelou ao jornal The Guardian.

Na edição passada, em Pinehurst, a britânica não conseguiu passar o corte, terminandocom 161 pancadas após duas rondas no Pine Needles.

Preparação para o Torrey Pines

O campo de San Diego representa um desafio único. Com 7.000 metros de extensão e greens rápidos, o Torrey Pines exige precisão tanto nodrive quanto na abordagem. Woad passou os últimos dez dias a treinar na região, trabalhando especificamente ocarregamento de ferro que considera essencial para as condições secas típicas do sul da Califórnia.

O seu agente, James Burton da Stellar Sports Management, confirmou que a jogadora chegou à Califórnia na sexta-feira passada para se aclimatar ao fuso horário antes do início do tournament.

Concorrência no Topo do Ranking

Woad chega ao US Open como a 18.ª classificada mundial, mas terá de enfrentar várias adversárias em melhor forma. A número um do ranking, Wei Yiyang, venceu três torneios consecutivos este ano e parte como favorita absoluta. Porém, a britânica acredita que o seu jogo se adapta bem às exigências de um major.

Favoritas a Ter em Conta

Além de Wei, o campo inclui outras pretendentes ao título. A americana Jessica Korda, vencedora em 2012, procura recuperar o prestígio perdido. A sul-coreana Inbee Park, sete vezes campeã de major, também figura entre as candidatas após um início de época sólido.

O prize money deste ano atinge os 12 milhões de dólares, o maior valor de sempre num US Open Feminino.

O Que Seguir

O primeiro tee-time está marcado para quinta-feira às 7h15 locais. Woad parte na segunda ronda, às 13h45 de sexta-feira, ao lado da australiana Min Woo e da japonesa Yuka Fukuda. Os líderes entram em campo ao anoitecer na sexta-feira, o que permite a Woad avaliar a classificação antes de decidir a estratégia para o fim de semana.

A britânica reconhece que um top-5 seria um resultado positivo, mas admite que o objetivo é lutar pela victoria. "Estou confiante no meu jogo. Treinei bem e sinto-me pronta para competir ao mais alto nível", declarou em entrevista ao site oficial da LPGA.

Opinião Editorial

Porém, a britânica acredita que o seu jogo se adapta bem às exigências de um major.Favoritas a Ter em ContaAlém de Wei, o campo inclui outras pretendentes ao título. A sul-coreana Inbee Park, sete vezes campeã de major, também figura entre as candidatas após um início de época sólido.O prize money deste ano atinge os 12 milhões de dólares, o maior valor de sempre num US Open Feminino.O Que SeguirO primeiro tee-time está marcado para quinta-feira às 7h15 locais.

— minhodiario.com Equipa Editorial
I
Autor
Correspondente de negócios internacionais com foco na relação entre Portugal e os mercados emergentes, nomeadamente Brasil, Angola e Moçambique. Licenciada em Relações Internacionais pela Universidade Autónoma de Lisboa e mestre em Economia Internacional. Inês acompanha os fluxos de investimento luso-africanos, o papel das empresas portuguesas no PALOP e as oportunidades de exportação para mercados da CPLP. Fala português, inglês e espanhol fluentemente.