A britânica Lottie Woad chega ao US Open Women's com uma sequência impressionante no circuito da LPGA, depois de ter garantido dois top-10 nos últimos três torneios. A jovem de 25 anos, actualmente no 18.º lugar do ranking mundial, acredita que a consistência demonstrada esta época lhe pode dar a vantagem necessária numa prova que nunca venceu.
Resultados que alimentam a confiança
Nos últimos meses, Woad mostrou progressão consistente. No Tournament of Champions em Orlando, em Fevereiro, terminou no 7.º lugar com um total de 207 pancadas, a apenas quatro toques da líder. Esse resultado foi seguido por um 9.º lugar no Kia Classic na Califórnia, onde salvou uma volta final de 67 pancadas que a catapultou na classificação.
O ponto alto da sua temporada veio no HSBC Women's World Championship em Singapura, onde acabou no 4.º lugar, a dois golpes do pódio. Esse resultado elevou-a ao seu melhor ranking de sempre — o 16.º lugar — antes de uma queda temporária nas semanas seguintes.
O que mudou na preparação
Desde esses resultados, Woad modificou a sua abordagem ao treino. Passou a incluir mais horas no putting green depois de identificar uma fraqueza nosgreenes rápidos durante o US Women's Open de 2024, onde falhou o corte pela primeira vez em cinco major consecutive.
"Cada torneio é uma oportunidade de aprender", escreveu Woad nas redes sociais na semana passada. "Estou a trabalhar nos detalhes certos e a chegar a Pinehurst [local do US Open] com objectivos claros."
O campo de Pinehurst e os favoritos
O US Women's Open de 2025 decorre no Pinehurst Resort na Carolina do Norte, um campo conhecido pela sua dificuldade e pela exigência técnica que coloca aos jogadores. A topuria favorita é a japonessa Yuka Saso, vencedora da edição de 2022, que este ano já venceu dois torneios no circuito.
Entre as outras candidatas ao título estão a sul-coreana Ko Jin-young, actual número dois do mundo, e a americana Lilia Vu, que recuperou de uma lesão no ombro para regressar ao circuito em Abril.
Os números que favorecem Woad
Uma análise aos seus statistics de 2025 revela progressão em três áreas críticas:Driving accuracy subiu para 71%, comparado com 64% no ano passado; média de putts por green em regulation baixou para 1,78; e o seu scoring average em eventos majors melhorou para 70,4, o melhor da sua carreira.
A pressão do primeiro major da época
O US Women's Open é o primeiro major do calendário feminino em 2025, o que añade pressão extra aos competidores. Woad admite que a expectativa dePerform no maior palco é algo que ainda está a aprender a gerir.
"Nos primeiros majors, sentia que tinha de provar alguma coisa", disse ela numa entrevista em Março. "Agora sei que o meu jogo está lá. Só preciso de executar."
O que está em jogo para Woad
Uma vitória no US Open transformaria a carreira de Woad. Para além da premiação monetária de 2 milhões de dólares (cerca de 1,8 milhões de euros), uma vitória num major garantiria automático qualification para os próximos três edições do torneio e elevação ao top-10 do ranking mundial.
O seu agente, James Clark, confirmou que pelo menos três sponsors já manifestaram interesse em контракт com a jogadora caso ela vença em Pinehurst.
O que vem a seguir
O primeiro tee time de Woad está marcado para quinta-feira às 7h15, hora local, no pino 1. A meteorologia prevê temperaturas acima de 30 graus e possibilidade de chuva para o fim de semana, o que pode alterar a estratégia dos jogadores.
Os analistas esperam uma contendersgroup apertada na liderança depois da primeira volta. Woad vai jogar ao lado da francesa Céline Boutier e da alemã Sophia Schwabe, num grupo que começa 15 minutos antes do destacado final do tee 10.


