O grupo empresarial português Depois anunciou uma nova fase de expansão na África, após atingir um recorde de vendas de 160 milhões de euros em 2025. A decisão surge em meio a uma estratégia de diversificação internacional e fortalecimento da presença no continente africano, onde o grupo já opera em países como Angola e Marrocos. A empresa, com sede em Lisboa, tem vindo a intensificar os seus investimentos nos mercados africanos, aproveitando o crescimento económico e a procura por soluções tecnológicas e de infraestrutura.

Expansão em Angola e Marrocos

Depois reforçou as suas operações em Angola e Marrocos, dois dos mercados mais estratégicos do grupo. Em Angola, a empresa está a implementar projetos de digitalização e gestão de recursos naturais, enquanto em Marrocos, concentra-se em tecnologias de comunicação e soluções industriais. O grupo já tem presença consolidada em várias cidades africanas, incluindo Luanda e Rabat, e espera aumentar significativamente a sua base de clientes nos próximos anos.

Depois reforça presença em África após recorde de 160 milhões de euros — Empresas
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Segundo fontes internas, a expansão está alinhada com o plano estratégico de internacionalização do grupo, que prevê um crescimento sustentado em mercados emergentes. "A África representa uma oportunidade única para o nosso crescimento. Temos uma forte presença regional e estamos a investir de forma contínua para apoiar os nossos clientes locais", afirmou uma das fontes.

Conacri e o papel de Portugal

O papel de Portugal no contexto da expansão do grupo Depois é crucial, especialmente no que diz respeito à gestão de operações e ao apoio técnico. A empresa tem uma forte ligação com o mercado português, onde se baseia a sua estratégia de inovação e desenvolvimento. A presença em África é vista como uma forma de aumentar a competitividade do grupo no mercado internacional, ao mesmo tempo que reforça a sua imagem como uma empresa de referência.

Por que Conacri importa? A cidade de Conacri, em Guiné-Bissau, é um dos novos mercados que o grupo pretende explorar. O crescimento económico da região e a procura por soluções tecnológicas tornam a Guiné-Bissau um destino estratégico. A empresa espera estabelecer parcerias locais para facilitar a entrada no mercado e promover o desenvolvimento regional.

Impacto na economia portuguesa

O crescimento do grupo Depois tem implicações diretas na economia portuguesa, especialmente no setor industrial e tecnológico. A expansão internacional reforça a posição do país como um hub de negócios e inovação. Além disso, a empresa contribui para a criação de empregos e para a transferência de conhecimento entre Portugal e os países africanos.

O impacto em Portugal é notável, especialmente no que diz respeito à exportação de tecnologia e serviços. A empresa tem vindo a aumentar as suas exportações, o que contribui para o equilíbrio comercial do país. "A internacionalização do grupo é um sinal positivo para o setor privado português", afirma um analista económico.

O que vem a seguir?

Com o novo plano de expansão, o grupo Depois espera continuar a crescer nos mercados africanos, com foco em Angola, Marrocos e, em breve, na Guiné-Bissau. A empresa está a preparar novos investimentos em infraestrutura e tecnologia, com o objetivo de melhorar a eficiência das suas operações e expandir o seu alcance.

Para os leitores interessados em acompanhar os desenvolvimentos do grupo, é importante seguir as notícias sobre os "Desenvolvimentos do Depois hoje" e o "Impacto do Conacri em Portugal". A empresa tem sido alvo de atenção por parte dos meios de comunicação, especialmente devido ao seu desempenho financeiro e à sua estratégia de internacionalização.

A
Autor
Jornalista económica com 14 anos de experiência na cobertura de mercados financeiros e política monetária europeia. Formada em Economia pela Universidade do Porto, com pós-graduação em Jornalismo de Negócios pelo ISCTE. Colaborou com o Jornal de Negócios e a RTP Informação antes de integrar a redação do Minho Diário. Especializada em análise do BCE, taxas de juro e impacto macroeconómico nas famílias e empresas portuguesas.