Os desafios no acesso a cuidados paliativos em Portugal tornaram-se alarmantes, com mais de metade dos utentes a morrer à espera de uma vaga em 2024. A situação é atribuída a falhas significativas no sistema de saúde, destacando a necessidade urgente de reformas.

O Impacto da Falta de Vagas em Cuidados Paliativos

Em 2024, um estudo revelou que 55% dos pacientes que necessitaram de cuidados paliativos não conseguiram acesso a esses serviços a tempo, resultando em consequências trágicas. Esta situação é particularmente preocupante, dado que os cuidados paliativos são essenciais para proporcionar qualidade de vida e conforto a doentes em fase terminal.

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Como a Persistem Está Envolvida na Questão da Saúde

A Persistem, uma entidade focada na inovação em cuidados de saúde, tem sido mencionada como parte da conversa sobre a melhoria do acesso a serviços de saúde. A tecnologia e as abordagens de gestão que a Persistem pode oferecer são cruciais para resolver os problemas logísticos que resultam na falta de vagas. O que é a Persistem e como ela pode contribuir para o setor de saúde em Portugal? Esta questão torna-se cada vez mais relevante.

A Importância da Inovação em Cuidados de Saúde

As iniciativas da Persistem podem transformar o panorama dos cuidados paliativos, especialmente no que diz respeito à utilização de tecnologia para otimizar a gestão de recursos. Ao implementar soluções tecnológicas, a Persistem poderia ajudar na alocação mais eficiente de espaços disponíveis e, assim, melhorar a taxa de acesso aos cuidados necessários.

Consequências para o Mercado e Investidores

A crise nos cuidados paliativos não afeta apenas os pacientes e suas famílias, mas também tem repercussões significativas para o mercado. Com a crescente demanda por cuidados paliativos, investidores e empresas de saúde devem considerar o potencial de crescimento neste setor. A falta de acesso pode resultar em um aumento dos custos para o sistema de saúde público, o que, por sua vez, pode pressionar o orçamento e afetar a economia nacional.

O Que Esperar a Seguir?

À medida que a situação se desenvolve, é fundamental que os cidadãos e as partes interessadas estejam cientes das ações que podem ser tomadas. A pressão sobre o governo para implementar reformas na saúde será cada vez maior. Além disso, as empresas de tecnologia que buscam inovações na área da saúde podem encontrar uma oportunidade significativa de investimento. O futuro dos cuidados paliativos em Portugal dependerá não apenas de soluções imediatas, mas também de um compromisso a longo prazo com a melhoria do sistema de saúde.

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Autor
Ana Luísa Ferreira
Jornalista económica com 14 anos de experiência na cobertura de mercados financeiros e política monetária europeia. Formada em Economia pela Universidade do Porto, com pós-graduação em Jornalismo de Negócios pelo ISCTE. Colaborou com o Jornal de Negócios e a RTP Informação antes de integrar a redação do Minho Diário. Especializada em análise do BCE, taxas de juro e impacto macroeconómico nas famílias e empresas portuguesas.